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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Considerações finais sobre Lara em Brawlhalla

Lara Croft empunhando a Mjolnir
Não encontrei um título melhor para essa postagem, mas provavelmente será a última vez que falarei sobre Brawlhalla por aqui então não deixa de ser uma despedida, por assim dizer. Pelo que vi por aí, a cobertura sobre esse crossover foi praticamente nula por outros fansites, e isso me deixa um pouco triste, mas vamos lá.

Antes de mais nada, gostaria de destacar que a galeria de cores finalmente está completa! Como existe a possibilidade de que novas cores sejam acrescentadas ao jogo no futuro — afinal, ao menos quatro cores inéditas surgiram ao longo do último ano —, naturalmente continuarei a atualizar e complementar a postagem sempre que necessário.

Meu interesse pelo jogo entrou em declínio constante após obter o troféu de platina, principalmente por conta de alguns jogadores que encontrei no decorrer de minhas jogatinas. Admito que não tenho mais paciência para cenas competitivas, e isso é válido para qualquer modo multiplayer PvP, mas, ainda assim, eu diria que me diverti muito mais do que me frustrei nas mais de 200 horas que investi no jogo.

Como colaborador recorrente do portal PSX Brasil, eu acabei escrevendo um guia de troféus para o jogo por conta dessa jornada. Os troféus são bastante diretos em sua maioria, mas representam um bom desafio, especialmente os troféus adicionais inseridos em uma atualização posterior ao crossover com Tomb Raider. Falando nisso, desde então o jogo recebeu novos crossovers, como The Walking Dead e Ben 10, e esta enorme gama permite encontros inimagináveis entre praticamente todas mídias de entretenimento.

E, para encerrar, essa é a música-tema do cenário Temple Ruins. Volta e meia volto a dizer que sou grande entusiasta de trilhas sonoras de Tomb Raider, bem como de composições inspiradas pela franquia, então fico feliz em acrescentar uma faixa originada em outro jogo à minha coleção:


Próxima parada: Super Smash Bros. Ultimate? A esperança nunca morre...

segunda-feira, 9 de março de 2020

Cores de Lara Croft em Brawlhalla

[Atualizado em 23/05/2026:] Adicionada a cor Blood Moon.

sábado, 7 de março de 2020

Brawlhalla × Tomb Raider


Admito que sempre tive um certo preconceito contra Brawlhalla. O jogo, em sua fundação, é mais um que tenta replicar a fórmula de Super Smash Bros. e, com um elenco inicial de personagens originais, não me parecia exatamente interessante. Com o anúncio do crossover com Tomb Raider, decidi dar uma chance ao jogo. Ele é gratuito, afinal.

Neste momento, é seguro dizer que estou apegado demais ao jogo — muito mais do que eu poderia imaginar. Os diversos personagens são, em sua grande maioria, bastante semelhantes entre si já que a maior parte dos ataques é compartilhada entre eles, mas cada um ganha destaque com seus signature moves (numa tradução livre, seria algo como "ataques característicos").

Particularmente relevante para nós, é necessário saber que Lara Croft é uma skin de Diana, então todos seus ataques são exatamente iguais, mas contam com alguns efeitos especiais únicos: um ataque com o arco usa flechas de fogo, por exemplo, e a mira de Legend e o gancho magnético de Underworld surgem em diferentes ataques com as pistolas. Detalhes pequenos, mas sensacionais.
Por outro lado, os personagens não possuem qualquer tipo de voz e as lutas são dominadas somente pelos efeitos sonoros dos ataques e anúncios feitos pelo narrador para momentos em que jogadores realizam certas proezas. Nesse sentido, talvez grunhidos e gritos não façam tanta falta, mas acredito que ajudariam a diferenciar mais os lutadores.

E falando em lutadores, a variedade nos crossovers já existentes é impressionante. Se ainda estamos esperando para colocar Lara Croft em confronto direto contra Mario e Sonic, em Brawlhalla ela pode enfrentar astros do mundo real como The Rock. Tecnicamente.

Apesar de ser um jogo gratuito, ele é amplamente focado em partidas online, sem grandes atrativos no offline (o modo Tournament, do vídeo no topo desta postagem, é o mais próximo a um modo Arcade, por exemplo). Uma vez por semana, sempre na quarta-feira, os desenvolvedores fazem um rodízio nas Lendas disponíveis para jogo, e o restante dos personagens fica bloqueado a menos que você os destrave.
Todas as partidas online oferecem recompensas simbólicas, na forma de moedas de ouro, que podem ser usadas para destravar as Lendas para uso permanente, mas todos os personagens de crossovers e inúmeros outros efeitos cosméticos dependem de dinheiro real para uso: as notórias microtransações. Curiosamente, comprar Lara não habilita Diana, que ainda deve ser destravada separadamente.

Lara Croft trouxe consigo um novo cenário, chamado de Temple Ruins, que também serve como base para o modo de jogo Temple Climb. Como esse modo reduz o cenário de forma significativa, o número de nocautes acaba sendo muito maior do que nas lutas convencionais, e a inclusão de armadilhas torna as partidas um tanto imprevisíveis.


Por fim, uma última curiosidade: a música usada no trailer de revelação de Lara Croft é The Legend of Julia Brown, maravilhosamente interpretada por Susie Wilkins.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Lara Croft une-se às Lendas de Brawlhalla


A Ubisoft oficializou um segundo crossover envolvendo Lara Croft. Poucos dias após a revelação do traje neoclássico para Rainbow Six Siege, chega a vez da aventureira máxima finalmente estrear em um jogo de luta em plataforma: Brawlhalla.

O anúncio acabou vazando antes da hora, o que é uma pena pois o estúdio responsável pelo jogo realmente se empenhou para criar uma expectativa bacana, até mesmo realizando publicações diárias de uma breve história que faz alguns paralelos com Atlantean Scion, principalmente em seus parágrafos iniciais. Parte dessa história se desenrola na abertura do trailer acima.

Brawlhalla é um jogo gratuito e está disponível em todas as plataformas, mas, naturalmente, Lara Croft surge como um DLC pago. Ela custa 300 Mammoth Coins, moeda interna do jogo que deve ser adquirida com dinheiro real e cujo preço varia dependendo do pacote, mas espere gastar entre BRL 20 e BRL 40 para destravar a personagem para uso em todos os modos. Antes de realizar a compra, você pode testá-la através do modo Training.

Os personagens originais do jogo, chamados de Lendas, talvez não tenham um grande apelo por si, mas os crossovers certamente se sobressaem. O jogo já recebeu personagens das franquias Rayman e Shovel Knight, atletas de luta livre da WWE, e até mesmo de séries animadas como Steven Universe e Adventure Time. Todos permanecem disponíveis até hoje, aliás.

No caso de Tomb Raider, o crossover agrada a gregos e troianos ao incluir duas skins, permitindo alternar entre o estilo clássico e o reboot com um simples toque no controle. Como as demais Lendas, Lara alterna entre dois tipos de armas: pistolas duplas e um arco. Tudo se encaixa perfeitamente.

Pretendo escrever mais algumas postagens sobre esse crossover aqui no blog Raider Daze dentro das próximas semanas. Por ora, confira todos os detalhes dessa atualização no site oficial.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

A caminho de Brawlhalla

The story so far...

O som de uma nova mensagem chegando em sua caixa de entrada ressoa através do silêncio de seu quarto. Você esteve esperando por uma nova oportunidade há algum tempo; quase tempo demais, e o prospecto de uma nova aventura faz com que você corra para ver o que há na tela. Alguma coisa nessa mensagem não parece certo, porém. Talvez a forma como ela se abriu automaticamente – ou talvez a pressagiosa voz rangindo pelos alto-falantes de seu laptop, convidando a aceitar o trabalho. Riquezas imensas são prometidas se uma relíquia for recuperada – uma relíquia que parecia dançar na tela, como se estivesse tentando te provocar. Para alguns, a promessa do dinheiro seria o suficiente para fechar o negócio, mas, para você, a emoção da descoberta é a recompensa.

Com as dicas da mensagem inicial, você chega até a entrada de uma velha estrutura esculpida na lateral de uma montanha norueguesa coberta de neve. Runas praticamente invisíveis estão entalhadas na face rochosa de um portão enorme. Uma em particular parece brilhar, mas rapidamente desaparece quando você tenta enxergar além da neve constante e do vento intenso. Quando você toca o pedaço de pedra congelada com suas mãos enluvadas, um tremor de dentro da montanha começa a sacudir a neve e o gelo da estrutura. A parede recede e revela uma abertura. Alguns uivos de lobos na distância e a tempestade ganhando força fazem com que você procure abrigo no interior... e você entra.

Nas profundezas de uma caverna oculta no outro lado do mundo, você começa a repensar os detalhes dessa missão. Algo sobre esse lugar causa uma sensação de desconforto... Talvez a forma como a parede rochosa se fechou logo após você entrar – ou talvez todas as armadilhas, perfeitamente funcionais, que estavam dispostas nesse antigo labirinto.